sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Coisas

É aquele ditato: nunca deixe para fazer depois o que você pode fazer agora. A viagem para Praia do Forte, na Bahia, parece que ficou tão distante para eu descrevê-la aqui...Uma pena eu ter deixado isso passar. Mas vamos em frente!

Esta semana voltei com mais força para academia. Fiz uma avaliação física e descobri coisas interessantes. Uma delas é que estou mais pesada, mas com um percentual de gordura menor. Isso foi bom. A coisa ruim: tenho cinco centímetros a mais numa perna que na outra. Mas não, eu não manco. É na coxa mesmo. Ah, já estou até vendo que o engraçadinho do Tomáz Turbando (conheço a piadinha do Pânico) vai dizer alguma coisa. Vamos ver a criatividade!

Mas só falei da academia porque queria compartilhar um projeto e ver se alguém se anima a me acompanhar. Quero testar minha capacidade de correr em algum circuito, só pelo prazer de enturmar mesmo. Se alguém se habilitar, sabe onde me encontrar.

No mais...Acostumem-se cada vez mais com assuntos desinteressantes nesse blog. Uma coisa que tenho aprendido nesta vida é que internet pode ser um perigo. Um perigo!...rs

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Praia, sol e...trabalho?


Viajar é sempre tão bom. Ainda mais quando se tem a oportunidade de conhecer tantas pessoas legais quanto tive. Enfim...Queria contar detalhes da viagem, mas prefiro deixar para depois que a matéria sair. Só queria dizer que fiquei muito feliz!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Me preparando para voltar

Teoricamente eu volto ao trabalho amanhã. Teoricamente. Porque fazer uma viagem legal, para conhecer um projeto que sempre tive vontade, não pode ser considerado um trabalho propriamente dito. Mas sobre a viagem eu conto depois.

Segunda-feira estarei de volta à redação. Estou aqui tentando tirar o atraso, lendo jornal, acompanhando o site da Assembleia, tudo para não ficar tão perdida quando eu voltar. As energias estão renovadas, agora espero que além de ânimo eu tenha sorte nas minhas pautas. No jornalismo a sorte às vezes conta muito. Às vezes não. Sempre! Pois eu não tenho sorte se vou cobrir a CPI da Celg e, bem no primeiro dia, acaba a luz? Ou o líder do governo decide trancar as portas da Assembleia para votar um projeto? Tudo isso faz as matérias ficarem bem mais divertidas. É esse tipo de sorte que quero ter quando voltar.

No mais, estou com saudade dos amigos. Muitas mesmo. Em qualquer lugar, até no trabalho, são eles que fazem toda a diferença. E soube que uma colega muito legal voltou ao trabalho. Estou ficando um tanto quanto ansiosa...Mas ainda bem que volto só na segunda. Se não fosse a viagem eu voltaria no fim de semana. Aí não dá....rs.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

No final, uma homenagem

Dentro do meu propósito de conseguir extrair o máximo de ócio dentro de um curto período de tempo, vim descansar em Pires do Rio. Sim, descansar. Por que uma viagem pode ser tudo na vida, menos uma oportunidade de descansar. Sendo assim, me cerquei do mínimo possível para minha sobrevivência: filmes, internet e um livro.

O livro, aliás, já terminei de ler. Todo mundo já deve ter ouvido falar dele: chama-se Comer, Rezar, Amar. Esperava uma narrativa de viagem interessante, mas acabou se tornando um livro de autoajuda. Para quem está realmente precisando de ajuda deve ser legal. Para mim foi decepcionante, embora eu não tenha considerado o livro de todo ruim.

Na verdade até me deu uma pontinha de vontade de fazer algo mais “espiritual”. A Ana falou em visitar igrejas por vários países e gostei. Meu lado católico está adormecido, mas sempre gostei de apreciar a arquitetura das igrejas. Quem sabe um dia?

Por falar nisso, a Ana fez a sua estréia aqui em Pires do Rio. Não sei o que ela pode ter visto de divertido no fato de vir para cá (rs), mas adorei que ela tenha passado três dias aqui comigo. Fofocamos, desabafei com ela, fizemos uma deliciosa bruschetta e fiquei pensando que um dia eu bem poderia ser tão sincera quanto ela e desabafar na hora em que é preciso. Admiro ela por isso. E por várias outras coisas.

A Ana é a melhor amiga herdada que a gente poderia ganhar. Eu sei que ela pode ser meio chata às vezes, e neurótica, e falar muito sobre polícia, e cortar a gente no meio da narrativa...rs. Mas ela também pode aquela amiga sincera, que tenta a todo custo te tornar uma cozinheira melhor, que fica feliz com suas conquistas, que é apaixonada e entusiasmada, que te acompanha até nas repetitivas visitas ao Frans Café, e te ouve, e compreende suas fobias...Enfim, essa é só uma pequena homenagem para alguém que esta semana completa 35 aninhos. Ai, que velhinha....Brincadeira. Ela vai fazer 28 anos. Muitas felicidades, Ana!!!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Minhas férias

Quatro dias de total descanso, assistindo filmes no meio da tarde, dormindo depois das 14 horas, curtindo preguiça ao lado do Rodrigo, relembrando os episódios das últimas semanas. Agora sim me sinto preparada para ressuscitar este blog e escrever sobre minha tão sonhada – e agora realizada – viagem à Europa. Antes é preciso dizer o que me levou a, nos últimos três anos, não adquirir nenhum bem, evitar as livrarias e gastar apenas o mínimo necessário.

Eu REALMENTE sempre sonhei em conhecer a Europa. Não porque é chique , mas pela arte, pela história, pelas belezas, pela cultura. Ver pessoalmente coisas que só conhecia pelos livros. Há algum tempo encontrei um diário de quando eu estava na sexta série. Já nessa época eu falava sobre meu sonho de conhecer a Itália, terra do meu avô. Então se eu for excessivamente deslumbrada, excessivamente piegas, excessivamente empolgada ao falar sobre a viagem, acho que mereço perdão. Meus amigos vão me desculpar por isso e talvez até ter paciência para ler um pouco do meu relato. Então vamos lá!

Itália

Depois de quase um dia inteiro de viagem – voar por 10 horas ininterruptas é exatamente dez vezes pior do que por uma -, o Rodrigo e eu encontramos o Eduardo no aeroporto de Roma. Logo me senti familiarizada com o lugar, tamanha a desenvoltura do Eduardo na cidade. Parece que ele mora lá há anos! Pegamos um metrô de 11 euros, um barco, uma lancha, um helicóptero, um táxi e um submarino e chegamos ao hotel, que ficava um pouco distante do centro. Apesar de arrastar malas pesadas, já de início percebi que essa é a melhor solução: um hotel distante, mas bom e barato. Pontos para nosso personal agente de viagens.

Roma foi só a primeira parada da nossa viagem, já que no dia seguinte seguiríamos de carro até Florença. Apesar do cansaço, saímos à noite para começar a sentir o clima do país. Fomos até o Vaticano e vimos o Coliseu. Esperei aquele arrepio na espinha de quem está realizando um sonho, mas ele não veio. Pela primeira vez percebi que uma cidade é apenas uma cidade, com suas histórias e belezas próprias. Mudou o conceito do passeio, o que foi bem melhor. Pude me concentrar nos detalhes dos lugares sem ficar com aquela cara de boba alegre que – eu sei! – tanto me caracteriza.

No dia seguinte alugamos um carro e passamos por Folônica, Golfo de Barati, Populônia, Cecina. Deu para sentir um pouco o gostinho de estar percorrendo lugares onde há muitos e muitos anos atrás já existiam civilizações em plena atividade. E ver o mar, como sempre, foi revigorante. Por fim paramos em Volterra, nosso segundo pouso.

Passamos a noite em um convento de 1400 que, há um ano, se tornou um albergue. Ele se chama Ostello San Girolamo (hotel na Itália é albergo e albergue, ostello). Tomamos o café-da-manhã em uma sala onde havia um afresco lindo. Depois disso fomos passear na cidade, que é uma graça. Um lugar onde com certeza eu passaria feliz a minha velhice. Não acreditei quando vi uma imagem que, durante anos, guardei por meio de um recorte de revista. Era um beco com construções medievais e roupas penduradas na janela...

Mais tarde fomos almoçar em Pisa. Lembro que a comida era gostosa...Em seguida fomos para a Praça Duomo, onde fica a famosa torre inclinada. Passamos um tempinho lá e terminamos o passeio do dia em Lucca, cidade do compositor Puccini. Confesso que o que sabia sobre ele era apenas o que o Eduardo me explicou – que ele compunha óperas muito famosas. Fiquei com vergonha da minha ignorância, ele é bastante reverenciado por lá. Passamos em frente à casa dele. Agora só falta conhecer a música, algo que vou providenciar por aqui.

No fim do dia já estávamos instalados em Florença, num hotel lindo e barato que o santo Eduardo encontrou pela internet. Tinha afresco no teto e uma penteadeira de mulherzinha. E internet! Estava no paraíso (rs).

Florença é uma cidade simplesmente linda, meu próximo sonho é estudar história da arte lá. A cidade respira arte por todos os lados, com suas estátuas, igrejas e museus. Acho que a parte mais linda da viagem foi conhecer a Catedral de Santa Maria Del Fiore, que tem aquela cúpula famosa e é o cartão-postal da cidade. Ela é bem mais bonita por fora que por dentro, mas como a entrada é franca....Também gostei de conhecer a Basílica de San Lorenzo, construída em 393 a.C. Nunca tinha visto uma igreja tão antiga.

O resto da tarde dedicamos ao Museu Uffizi, que guarda várias obras renascentistas. Ter visto O Nascimento da Vênus e A Primavera, de Botticelli, já teria valido a viagem. Mas também vimos obras do Leonardo da Vinci, Tiziano, Caravaggio e Rafael. Estes até podem ser mais importantes, mas as obras de Botticelli....são as mais lindas. Talvez por isso sejam tão pops – é a seção mais disputada do museu. Ah! E lá aceita carteirinha internacional de jornalista, o que complementou a minha felicidade. É tão bom curtir coisas lindas sem pagar nada!

No dia seguinte já estávamos em Gênova, a terra de Cristóvão Colombo. Chegamos de trem por volta das 16 horas e fomos direto para o albergue. Todo mundo que via a gente com as malas nos dava a indicação do lugar. Fiquei num quarto com várias meninas de outros países. Uma polonesa tentou conversar comigo, perguntou se eu falava inglês, depois francês, depois italiano....Não deu....Desistimos de conversar. Ao mesmo tempo em que me diverti estando num lugar com pessoas de tantos lugares, fiquei meio incomodada com a total falta de privacidade do quarto. Confesso: não consegui relaxar. Deu saudade do meu hotel três estrelas baratinho....

França

De trem fomos para Nice. No caminho fiquei admirando o mar azulzinho por um bom tempo. De lá fomos para Marseille, onde alugamos um carro e nos perdemos um bom tempo até chegamos ao hotel. Ficamos no F1, um hotel pequeno, com banheiro compartilhado, mas um tiquinho mais de privacidade. Sem contar o café-da-manhã, que tem um chocolate em pó que consegue até superar o meu adorado Toddy.

De manhã fomos para Mônaco, um dos melhores destinos da viagem. É um país – ou um principado, sei lá – lindo. Nesse dia tive uma vontade bem forte de ser rica. Muito rica. E morar lá. O único problema do passeio foi que escolhemos mal a roupa. O sol estava forte, o mar lindo, e a gente de calça jeans....Bem que tentamos comprar roupas de banho, mas pelo amor de Deus....O que são aqueles biquínis? Além de caros, nunca mais na vida teria coragem de usá-los. O pessoal de Mônaco tem muito o que aprender com os brasileiros....Quanto aos meninos...Bem, eles se divertiram percorrendo o circuito de fórmula 1. Cada um com suas alegrias (rs).

Terminamos o dia em Cannes, onde tem o festival de cinema. Esse relato está ficando muito longo....Ai, ai...Vamos pular logo para Paris.

Paris é tudo aquilo que dizem. Linda, chique, culta....Foi bom nosso personal agente de viagens ter separado cinco dias para este destino. Fiquei com uma pontinha de vontade de ter essa elegância das parisienses que parece tão natural. Elas realmente sabem se vestir. Mas no fim do passeio em Paris, depois de muito ter passado frio, cheguei à conclusão de que as brasileiras são mais felizes. Elas podem usar lindos e leves vestidinhos floridos! Vou encher meu guarda-roupa disso. Aliás, falta um pouco de cor na moda européia...Por que será?

Apesar da minha cabeça ter parado por vários instantes nesse tipo de futilidade (rs), fizemos um passeio bastante cultural por Paris. Entre eles destaco as visitas ao Museu do Louvre e ao Palácio de Versailles. Passeios que, desde de que eu me entendo por gente, gostaria de fazer. Simplesmente não dá para descrever quanta coisa vi e quanto fiquei feliz por tudo isso. Preciso voltar a estes lugares.

Londres

Estou acelerando o relato, porque realmente não dá para descrever tudo. Escrevi uma espécie de diário ao longo da viagem, para recordar. Mesmo assim fui econômica nas palavras, porque o cansaço era imenso....Não sei de onde tirava energia para os passeios.

Londres não era um destino que eu teria escolhido. Não sei porque, nunca me atraiu. Mas preciso novamente reverenciar meu líder Eduardo. Foi uma ótima escolha. Uma cidade cosmopolita, rápida, interessante...O melhor de tudo foi quebrar o estresse do convívio com a presença do amigo do Eduardo, o Eric, que é muito gente boa. Aqui...Só uma dica....rs...Quando forem para lá, liguem para ele...rs.

No primeiro dia o Rodrigo e eu fomos na roda gigante enquanto o Eduardo foi dar um passeio pelas redondezas. Vale pela vista privilegiada do Big Ben e do Parlamento. Nos outros dias visitamos o Palácio de Buckingham, a Tower Bridge, a faixa dos Beatles, o Parque de St. James, o Castelo de Windsor....Não me lembro bem. Dessa viagem as melhores recordações são com certeza os esquilos do parque, a raposa caminhando pela rua do nosso hotel e as casas em estilo romântico. O perfeito funcionamento do metrô também me impressionou.

Roma de novo

Depois de muito carregarmos malas pesadas e de ter enfrentando um vôo estranho da Ryanair que mais parecia uma feira aérea, chegamos ao nosso hotel quatro estrelas em Roma. Mais uma boa descoberta do Eduardo: um hotel divino, com quarto enorme, banheira e muita mordomia por apenas 55 euros os três dias. Tem coisas....que só o Eduardo faz para você! O único problema: era muito, muito difícil sair de lá. A sorte é que Roma inspira....

Apesar do pouco tempo, tivemos como fazer passeios bons. Vimos a Fontana de Trevi – o melhor de tudo é que eu já tinha assistido La Dolce Vita -, a Piazza Spagna, a Navona, o Museu do Vaticano, a Capela Sistina, o Panteão, o Coliseu por dentro e o Fórum romano. Só para dizer o quanto a viagem foi especial e perfeita: o último dia em Roma teve arco-íris e revoada de muitos, muitos, muuuitos pássaros. Foi lindo!!! Dava para ver na carinha do Rodrigo a felicidade com a viagem. E eu não pude deixar de pensar que sou mesmo uma pessoa privilegiada por ter tanta coisa boa na vida...

sábado, 15 de agosto de 2009

No túnel do tempo

Há algum tempo tinha planejado imitar a Deire e a Paula nessa história de colocar fotos antigas. Elas tinham razão: é muito divertido!!!

Essa fotinha de cima ficou um tempão na porta do Fujioka, segundo a minha mãe.

Minha irmã vestida de Primavera, meu irmão eu não sei e eu de...Xuxa ou paquita.


Com meu falecido cachorro Kiko e o carro velho do meu pai.

Fantasiada de cachorrinho.

Eu sou a bebê e estou com meus irmãos e uma moça muito bonita que trabalhava lá em casa (minha mãe era muito segura de si...rs)

Com a Rosinere, que até hoje é nossa amiga.

Com minha mãe e lá no fundo a prima Simone. Acho que era meu aniversário

Fadinha e bailarina.

Rs....Meu irmão estava fantasiado de pivete. E o mais engraçado: com uma camiseta para votar no Jaime Câmara (acho que para deputado federal).
Família reunida para as Bodas de Prata dos meus pais.
No meu segundo recital de flauta. Meio esquisitinha...rs.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A arte de ser maltrada

A duras penas tenho aprendido em Política a lidar com cara feia, esnobadas, patadas e coisas do gênero. Hoje tive minha estreia com o governador nesse sentido. Não vou dizer que ele foi grosso - foi até paciente, já que eu estava meio nervosa de ter que fazer perguntas dificéis. Mas é que educaaaaaado ele também não foi. Foi diferente da única vez em que eu tive de cobrir um evento com ele. Na época eu trabalhava no Circuito Goiano e ele me deu uma fatia de melancia...rs. Enfim....Acho que vou acabar ficando casca grossa. Na Assembleia eu já aprendi a driblar as caras ruins. Falta agora expandir esta capacidade para outras autoridades....rs. Mas a verdade é que, quanto mais maltratada eu sou em Política, mais eu sinto que estou fazendo meu trabalho direito. Não existe nada pior que um deputado, por exemplo, ser personagem de uma matéria minha e depois dizer: "aquela matéria ficou muito boa". Isso é ruim, muito ruim....rs.